sábado, 25 de abril de 2020

WHAT IS THE GEOMETRY OF THE UNIVERSE?

When you gaze out at the night sky, space seems to extend forever in all directions. That’s our mental model for the universe, but it’s not necessarily correct. There was a time, after all, when everyone thought the Earth was flat because our planet’s curvature was too subtle to detect and a spherical Earth was unfathomable.

Today, we know the Earth is shaped like a sphere. But most of us give little thought to the shape of the universe. Just as the sphere offered an alternative to a flat Earth, other three-dimensional shapes offer alternatives to “ordinary” infinite space.

We can ask two separate but interrelated questions about the shape of the universe. One is about its geometry: the fine-grained local measurements of things like angles and areas. The other is about its topology: how these local pieces are stitched together into an overarching shape.

Cosmological evidence suggests that the part of the universe we can see is smooth and homogeneous, at least approximately. The local fabric of space looks much the same at every point and in every direction. Only three geometries fit this description: flat, spherical, and hyperbolic. Let’s explore these geometries, some topological considerations, and what the cosmological evidence says about which shapes best describe our universe.


quinta-feira, 23 de abril de 2020

MESA REDONDA: COMO EVITAR A PROCRASTINAÇÃO

"Procrastinar é comum... Mas quanta culpa sentimos por deixarmos de fazer o que deve ser feito?! E que tal sair da procrastinação e entrar em ação?

Pensando nisso, a StartUFC vai promover uma roda de conversa em parceria com pessoas que desenvolvem grandes projetos. Para entender melhor como essas pessoas estão se organizando e que estratégias estão utilizando para garantir o sucesso de suas atividades. 

Vem com a gente assistir essa mesa redonda que vai acontecer sexta feira, dia 24 às 15:00 horas pelo link: http://bit.ly/StartUFC."

domingo, 12 de abril de 2020

GALERIA MARGINAL #216

Artista: Ferdinand Heilbuth (1826-1889)








CONCRETAGENS #330

Por Trevor Smith

CONCRETAGENS #229

Por Tchello d'Barros

CONCRETAGENS #228

Por Ji lee

CONCRETAGENS #227

Por Ewald Spieker

CONCRETAGENS #226

Por Anatol Knotek

AVENTURE-SE NO MUNDO DA "PROGRAMAÇÃO CRIATIVA"

Uma torre com placas de tamanhos e cores diferentes que se movimenta e emite sons variando segundo luminosidade, temperatura e barulho do local. Se já é difícil de imaginar isso, que dirá criar algo assim - em 1955.

O responsável pela façanha foi Nicolas Schoffer, franco-húngaro pioneiro na arte eletrônica. “Naquela época não tinha nem o digital”, afirma Carol Nogueira, curadora e produtora da exposição sobre o artista que aconteceu no ano passado no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo). Algo bem diferente dos dias de hoje, em que é possível adentrar no mundo da arte a partir do computador de casa. 

Para ela, mesmo após anos de trabalhos e obras, a área ainda é delicada. “É difícil encontrar artistas que realmente utilizam tecnologia agregando valor ao trabalho”, afirma a também mestre em Comunicação e Multimídia pela Universidade Sorbonne Paris 8. 

Apesar disso, Nogueira afirma a importância das ferramentas acessíveis atualmente. “Cada vez mais pessoas utilizam. Isso democratiza”, diz ela, sem deixar de lado a necessidade pela experimentação, pesquisa e conhecimento de vários campos artísticos.



Processing

Ambiente de programação que permite ao usuário criar elementos visuais logo na primeira utilização. Trata-se de um software, uma série de funções pré-definidas, uma sintaxe de código similar à do Java e uma comunidade online para troca de informações. Além de dar respostas rápidas, o sistema é totalmente gratuito e tem código aberto. Isso tudo faz dele acessível a um grande número de usuários que não se restringe a artistas ou designers.

Linguagem: Java

Onde aprender: No próprio site do Processing há diversos tutoriais e informações sobre o tema.

Exemplo: Os trabalhos de Casey Reas, criador da plataforma, compilados no vídeo abaixo.



Cinder

Voltado a programadores um pouco mais avançados, o Cinder pode ser considerado um passo seguinte ao Processing. O ambiente de programação possibilita a manipulação de elementos gráficos, sonoros e geométricos com resultados quase sempre interativos. Uma grande vantagem do sistema é sua natureza multiplataforma que permite seu funcionamento até em tablets.

Linguagem: C++

Onde aprender: Também no site oficial do Cinder há bons guias para se aventurar na plataforma. 

Exemplo: Planetary, aplicativo para iPad que transforma sua biblioteca de músicas em um universo com vários corpos celestes.



openFrameworks

Pacote de ferramentas digitais indicadas a várias áreas da criação. Além de imagem, áudio e vídeo, o openFrameworks oferece ambientes para fontes tipográficas e modelos 3D, por exemplo. Ele consiste em uma compilação de códigos e funções acessíveis em vários softwares de programação e sistemas operacionais. Essas características fazem dele um dos sistemas mais populares do gênero, com utilizações em software e hardware.

Linguagem: C++

Onde aprender: Há uma seção de tutoriais no site oficial do openFrameworks.

Exemplo: Cubepix, instalação criada pelo estúdio catalão Glassworks

VOCÊ É UM POLÍMATA?

POLIMATIA

O que acham que é: Conceito que define pessoas multitarefas.

O que realmente é: Polimatia é a capacidade que algumas pessoas têm de alcançar excelência em múltiplas — e distintas — áreas do conhecimento. O termo, do grego clássico, polumathēs, é a junção do prefixo polu (múltiplo, poli) e manthanein (raiz do verbo aprender). Para Michael Araki, professor de Empreendedorismo e Gestão na Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador na PUC-RJ, a Polimatia depende da ocorrência de três fatores: abrangência, profundidade e integração. “A abrangência e a profundidade são bastante consensuais entre os pesquisadores da área e significam que o Polímata não pode ser alguém restrito a uma única área, tampouco pode ser um diletante, alguém que persegue múltiplos interesses de forma superficial.” Já o fator integração, segundo Araki, envolve a capacidade de gerar conexões novas e úteis.


O Polímata mais famoso da história é Leonardo da Vinci (pintor, escultor, arquiteto, físico, filósofo, geólogo etc). Embora seja quase um chavão citá-lo, aqui a referência tem o sentido contrário: não é necessário pintar uma Monalisa ou ser um gênio para ser um Polímata. Mas também não é tão simples assim. Araki afirma que a Polimatia é algo que pode ser atingido, em teoria, por boa parte das pessoas, a questão é que além de motivação e persistência, é preciso haver o desenvolvimento de diversas habilidades cognitivas, em especial, em relação à velocidade de adquirir, consolidar e saber integrar novos conhecimentos. “Como os pressupostos são muito difíceis, é natural que muitas pessoas não cheguem a se desenvolver a ponto de serem consideradas Polímatas”, diz o professor.

Quem inventou: Heráclito de Éfeso, filósofo grego do período pré-socrático, é apontado como inventor do termo. Embora o sentido da palavra seja o mesmo, o objetivo de Heráclito, segundo Araki, era outro: criticar o conhecimento de filósofos (Pitágoras, em especial), que advinha dos livros e da tradição. Logo, o que ele criticava era a “polimatia” desses outros filósofos. “Heráclito prezava o conhecimento adquirido pela experiência, considerando livros e tradição algo como fake news”, fala o pesquisador.

Quando foi inventado: Heráclito viveu entre 540 a.C. e 470 a.C.

Para que serve: Para benefícios sociais e pessoais. Polímatas costumam gerar contribuições para a sociedade em diversas áreas. Já o exercício de desenvolvimento da Polimatia pode fazer com que uma pessoa se conheça mais e alcance potencialidades, mesmo que não chegue a um nível de excelência (o que não é demérito). Segundo Anna Flávia Ribeiro, pesquisadora da Associação Polímata, até recentemente, tanto na esfera profissional como na mercadológica, o modelo de valorização que imperava era a ultra especialização. “Quanto mais mergulhado em um campo específico mais requisitado era o profissional. Mas hoje, o funcionamento é outro. Vivemos em um mundo VUCA, no qual a capacidade de recombinação é a resposta para os problemas”, afirma ela.

Araki conta que tanto a Polimatia sendo um fim em si mesma quanto algo buscado para alavancar a flexibilidade, ela tem como ponto central a criatividade: “O caminho para a geração de ideias originais e úteis passa pela capacidade de combinar elementos díspares. Se alguém tem uma vasta e variada gama de conhecimentos, é esperado que consiga gerar mais ideias surpreendentes do que quem viveu sua vida toda em um único campo de conhecimento.”

Quem usa: Além de Leonardo da Vinci, outro nome bastante apontado quando se fala em Polímatas é Benjamin Franklin (jornalista, editor, autor, filantropo, político, abolicionista, funcionário público, cientista, diplomata, inventor e enxadrista). No Brasil, foram considerados Polímatas Ruy Barbosa (jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador) e Gilberto Freyre (sociólogo, escritor, autor de ficção, jornalista, poeta e pintor), entre outros.

Dentre os Polímatos atuais, Araki menciona os americanos Ray Kurzweil (cientista da computação, autor, inventor e futurista) e Charlie Munger (investidor, homem de negócios e filantropo). Ele fala: “Kurzweill inventou de sintetizadores musicais a máquinas de leitura para cegos, além de ser um grande influenciador com suas publicações sobre a exponencialidade do mundo atual e a singularidade. Munger é vice-presidente do Berkshire Hathaway, conglomerado controlado por Warren Buffet. Ele começou estudando matemática em uma prestigiada universidade, abandonou aos 19 anos, ingressou no exército, estudou meteorologia na Caltech, e se formou em Direito de Harvard”. Steve Jobs também era considerado Polímata (embora sem consenso) e seu nome aparece no texto In “Defense of Polymaths”, publicado na Harvard Business Review. No artigo, Jobs é descrito como engenheiro, homem de negócios extraordinário e brilhante em marketing.

Efeitos colaterais: Risco de superficialidade de conhecimento por pessoas que tentam a excelência em variadas áreas a fim de se tornarem Polímatas.

Quem é contra: Pessoas que acreditam que os Polímatas sabem sobre muitas coisas mas, ainda assim, falta profundidade. Ou que, diferentemente do passado, o mundo atual precisa de especialistas.


Para saber mais:

1) Leia, na Big Think, How To Be a Polymath. Steven Mazie, correspondente da The Economist, professor da Bard High School Early College e ex-professor da Bard College, começa o artigo falando de seus alunos.

2) No Pop Matters, Everyone’s a Polymath on the Internet critica a perda de sentido da Polimatia na atualidade.

3) Leia, na Harvard Business Review, o texto In Defense of Polymaths.

4) E a BBC questiona: Does the world need polymaths?

sexta-feira, 10 de abril de 2020

NOVO SITE

Sempre que aprendo uma tecnologia nova, busco desenvolver algo criativo e original para colocar o conteúdo em prática.

Desta vez, decidi refatorar o meu primeiro site (https://danielbrito.github.io/), que construi juntando algumas tags HTML e estilizando com Bootstrap, que me agradou visualmente, mas resultou em algo um tanto estático.

Nesta transição, farei tudo em inglês (para praticar também) e utilizarei ReactJS e Material-UI, para tentar criar uma interface mais dinâmica, seja implementando minhas próprias funções ou utilizando os projetos open-source que encontrar pelo caminho.

Ainda estou trabalhando no design geral, mas, por hora, esta é minha tela principal (https://danielbrito.github.io/home):

terça-feira, 7 de abril de 2020

PROGRAMANDO ALUMINIONS

Tudo que aprendo me faz ir além.

Primeiro, comecei a escrever versos. Então, conheci o Concretismo, que foi algo que expandiu os meus horizontes no campo da expressão poética.

Atualmente, tenho focado minhas pesquisas no campo do Design Generativo e da Modelagem Procedural (TCC). Daí, me ocorreu o seguinte: 

Por que eu não pego todo o conhecimento de programação com Processing e de Visão Computacional que venho adquirido e aplico nos Aluminions? 

Para começar, decidi criar algo simples. Desenvolvi um algoritmo que mapeia os pixels de uma imagem de um aluminion e faz com o olhar dele siga o cursor do mouse.

Pode parecer bobo, mas vocês não sabem o tanto de possibilidades que tenho em mente, quando aplicar conceitos mais avançados. Estou até um pouco desnorteado depois desse insight.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

PROGRAMAÇÃO COMPETITIVA

Recentemente, decidi iniciar uma nova série no meu canal, intitulada: Programação Competitiva - Evoluindo através da análise e resolução de desafios.

Nela, pretendo resolver os problemas de algumas plataformas de programação onde, geralmente, pratico e aprimoro as minhas habilidades.

Neste primeiro vídeo, utilizo uma abordagem um pouco mais acessível, não aplicando aquela "malícia" matemática, na resolução de um desafio de um dos meus sites favoritos sobre computação, o GeeksForGeeks.