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sábado, 31 de agosto de 2024

sexta-feira, 29 de março de 2024

ESL DISCUSSIONS - DIREITOS IGUAIS

 



STUDENT A's QUESTIONS

(1) Você tem direitos iguais?

Pergunta um tanto vaga, pois a igualdade pode ser analisada sob vários aspectos. A depender do contexto, posso afirmar que possuo mais direitos do que uma parcela da população e menos direito do que outras.


(2) Outras pessoas no seu país têm mais direitos do que você?

Sim. Conforme resposta da questão B9, podemos observar que, na sociedade, certas pessoas recebem tratamento diferenciado em relação à justiça, por exemplo, ficando impunes independentemente do que fizeram. Não que eu já tenha vivenciado algo do tipo, mas é algo comum no Brasil.


(3) Existe igualdade perfeita no seu país?

Não. E penso que nunca existirá.


(4) Qual grupo de pessoas no seu país é menos igualitário?

Não sei em termos estatísticos, mas poderia citar afrodescendentes, mulheres, indígenas e população LGBTQIA+. Tais diferenças podem se dar em contextos como desemprego, disparidade salarial, perda de território e violência, respectivamente.


(5) Quais áreas de desigualdade deixam você mais irritado?

Na real, penso que a indignação diante de tal cenário é algo absoluto. Não acho que seja possível mensurar a diferença entre cada caso.


(6) O que você faz quando vê a desigualdade à sua frente?

Primeiramente, escolher bem as pessoas que irão nos representar, isto é, prefeitos, governadores, vereadores, deputados e presidentes. Além disso, a conscientização é extremamente importante para dar visibilidade a este problema. Neste quesito, penso que minha poesia aborda tal cenário. Com a prática da empatia, também busco sempre promover a inclusão social.


(7) Quais países você acha que dão menos importância à igualdade de direitos?

Países ditatoriais e conservadores.


(8) O que você sabe sobre a história da igualdade de direitos?

Basicamente, que isso foi alcançado com muita luta. São diversas as áreas impactadas, tais como direitos civis, direitos das mulheres, direitos LGBTQ+, direitos dos povos indígenas e outros movimentos de justiça social. Ao longo do tempo, houve avanços significativos na conquista de direitos iguais para grupos historicamente marginalizados, embora desafios persistentes e desigualdades ainda existam em muitas partes do mundo. O progresso em direção à igualdade de direitos é um processo contínuo e em constante evolução, com muitos defensores persistindo na luta por mudanças positivas e duradouras.


(9) Que países defenderam a igualdade de direitos ou são bons exemplos de como a igualdade pode ser alcançada?

Podemos tomar como exemplo países com alto IDH: Suécia, Noruega, Islândia e Finlândia. Dentre as principais pautas neste contexto, podemos citar igualdade de gênero, étnica e salarial, licença parental equitativa, inclusão social por meio de políticas de imigração.


(10) O que você acha do ditado que diz que “todos os homens nascem iguais, mas alguns nascem mais iguais que outros”?

Tomando como exemplo o aspecto sócio-econômico, significa que pessoas pobres nascem com os mesmos direitos que outras pessoas pobres e, em contrapartida, pessoas ricas nascem com os mesmos direitos que outras pessoas ricas. Contudo, percebemos que as pessoas ricas possuem certas vantagens em relação ao acesso à educação, saúde, lazer etc., e isso é algo que vai se perpetuando historicamente. Basicamente, esse ditado ironiza que, embora todas as pessoas possam, teoricamente, ter os mesmos direitos e dignidade intrínseca, na prática, alguns grupos podem desfrutar de privilégios e vantagens injustas devido a sua posição social, econômica, racial ou outras características. 


STUDENT B's QUESTIONS

(1) Que tipos de desigualdade existem no seu país?

No Brasil, podemos citar como alguns dos principais desafios enfrentados pelo país a alta desigualdade de renda, a discriminação racial persistente, as disparidades de gênero no mercado de trabalho, as diferenças de desenvolvimento entre regiões e as disparidades na qualidade da educação.


(2) Que desigualdades existem entre os sexos?

As desigualdades de gênero englobam uma série de disparidades sistemáticas entre homens e mulheres em várias áreas da vida. Isso inclui diferenças na remuneração, representação política, acesso à educação, participação na força de trabalho e divisão desigual do trabalho doméstico. Essas desigualdades prejudicam as oportunidades e o bem-estar das mulheres, reforçando estereótipos de gênero e limitando seu potencial de realização.


(3) Existe muita discriminação racial no seu país?

Apesar da grande pluralidade social, infelizmente, sim.


(4) Você acha que um dia todas as pessoas ao redor do mundo terão direitos iguais?

Infelizmente, não. Pode existir mais igualdade, mas penso que nunca se tornará algo absoluto.


(5) Como você se sentiria se seus direitos fossem pisoteados?

Indignado.


(6) Por que nem todos os países insistem na igualdade total nas suas sociedades?

Alguns países podem não insistir na igualdade total em suas sociedades devido a uma variedade de fatores, incluindo normas culturais conservadoras, interesses econômicos de grupos poderosos, resistência política, falta de conscientização e educação sobre questões de igualdade e barreiras institucionais. Esses desafios podem dificultar a implementação de mudanças significativas em direção à igualdade e destacam a necessidade de esforços contínuos em todos os níveis para promover a igualdade total.


(7) Você acha que os EUA são o exemplo brilhante de igualdade?

Não. Muito pelo contrário.


(8) Em que exemplos você consegue pensar para mostrar que nosso mundo é o lugar mais desigual que se possa imaginar?

Os países mais desiguais do mundo podem variar dependendo de como a desigualdade é medida e quais indicadores são considerados. No entanto, podemos citar África do Sul (étnica e socioeconômica), Brasil (educação e saúde), Estados Unidos (socioeconômica), Índia (gênero, castas) e México (socioeconômica e violência).


(9) Os políticos e os ricos e famosos têm mais direitos do que nós?

Sim. Em teoria, todos os indivíduos devem ter os mesmos direitos perante a lei, independentemente de sua posição social, econômica ou status. No entanto, na prática, pode haver casos em que certos grupos, como políticos e pessoas ricas e famosas, parecem desfrutar de certos privilégios ou tratamento preferencial devido à sua influência, recursos financeiros ou status na sociedade. Isso pode ser evidenciado em áreas como acesso diferenciado à justiça, impunidade em face de transgressões, ou influência indevida sobre decisões políticas e políticas públicas.


(10) Como o mundo seria diferente se todos no planeta desfrutassem dos mesmos direitos e não existisse discriminação?

Com base na história da humanidade, isso é algo inimaginável para mim.

terça-feira, 19 de dezembro de 2023

ESL DISCUSSIONS - VOTO




STUDENT A's QUESTIONS

(1) O que vem à mente quando você ouve a palavra “votar”?

Urnas eletrônicas.


(2) Você acha que votar é superestimado?

No caso das eleições políticas, é muito importante numa democracia. Contudo, em outros contextos, como votar no melhor em algo, não há tanto impacto social.


(3) Por que é tão importante poder votar?

Para podermos decidir o nosso futuro em relação a algum aspecto social.


(4) Você está feliz por receber um bom serviço das pessoas em quem vota?

Parcialmente, pois as relações políticas são extremamente complexas.


(5) Você gosta de ver os resultados das eleições na TV?

Sim. Nas últimas eleições presidenciais, acompanhei a apuração ao vivo.


(6) Em que você vota quando vota?

Progresso social.


(7) Votar nas eleições para pessoas que geralmente não estão qualificadas para governar um país é a melhor forma de governar um país?

Definitivamente, não. Contudo, é algo recorrente. Vemos isso ao analisar os representantes no senado do Brasil, por exemplo.


(8) Há algum problema quando se trata de votar no seu país?

Existem alguns aspectos negativos, como a compra de votos, dentre outras coisas.


(9) Você sente que está fazendo algo realmente importante quando vota?

No contexto socio-político, sim.


(10) Você acha que o voto e as eleições fazem diferença?

Sim. Inclusive, penso que as abstenções podem definir o futuro de uma nação.


STUDENT B's QUESTIONS

(1) Quão importante é para você votar?

É muito importante.


(2) Você vota sempre que pode?

Sim.


(3) Quais são as coisas boas e ruins de votar?

Boa: Podemos mudar os rumos do país. Ruim: Existe muita corrupção no sistema político.


(4) Poder votar significa que o seu país é democrático?

Exato.


(5) Ter a escolha de apenas dois candidatos à presidência significa que o seu país é democrático?

Parcialmente. No caso, é o que acontece apenas no segundo turno das eleições no Brasil. Mas, de fato, acho que deva existir um limite, porque senão iria virar um caos ter 100 candidatos à presidência, por exemplo.


(6) O que você acha da forma como as pessoas votam em outros países?

Acho o voto em cédulas um tanto arcaico.


(7) Você votou em eleições que não tratam apenas de política?

Sim. Recentemente, votei nos Galãs Feios para o Prêmio iBest.


(8) A partir de que idade você acha que as pessoas deveriam poder votar?

Penso que a idade atual é aceitável, pois é quando a pessoa começa a adquirir um certo senso crítico.


(9) Você já boicotou uma votação?

Não que eu me lembre.


(10) Joseph Stalin disse: “As pessoas que votam não decidem uma eleição, são as pessoas que contam os votos que decidem”. O que você acha dessa citação?

Realmente, atribuir a contagem mais manual de votos a pessoas é um tanto “suspeito”.

domingo, 2 de julho de 2023

ESL DISCUSSIONS - SISTEMA DE SAÚDE




STUDENT A's QUESTIONS

(1) Como é o sistema de saúde em seu país?

No Brasil, de maneira geral, existe o SUS (Sistema Único de Saúde), financiado pelo governo, que oferece serviços gratuitos e de valor acessível para a população, incluindo consultas, exames, procedimentos cirúrgicos, internações hospitalares, medicamentos, vacinas e programas de prevenção; e o setor privado, que oferece tais serviços, porém, mediante pagamento.


(2) O sistema de saúde em seu país está melhorando ou piorando?

Penso que esteja melhorando, principalmente em relação ao acesso a serviços básicos de saúde, como consultas e exames, por meio do (SUS), e do Programa Mais Médicos, que levou profissionais de saúde para áreas mais remotas.


(3) Os cuidados de saúde no seu país são gratuitos para algumas pessoas?

Sim, pois dispomos do Sistema Único de Saúde (SUS) e de alguns outros programas, como o Mais Médicos.


(4) Qual país você acha que tem o melhor sistema de saúde?

Provavelmente, os com melhores IDHs, tais como Suíça, Noruega, Islândia etc.


(5) Qual é o melhor: sistema de saúde público ou privado?

Depende do fator a ser considerado. Na questão de custo financeiro, o sistema de saúde público é bem mais acessível para as pessoas, por outro lado, muitos apresentam algum tipo de deficiência no que se refere à infraestrutura e afins, bem como longo tempo de espera para atendimentos e exames, o que é menos comum em hospitais privados.


(6) Os profissionais de saúde são bem pagos em seu país?

Infelizmente, penso que não. Assim como profissionais da área de educação.


(7) Você já pensou em cuidados de saúde para a sua velhice?

Procuro manter uma vida saudável justamente para envelhecer bem. Para isso, cuido do meu corpo e da minha mente, através de uma boa alimentação e prática diária de exercícios físicos.


(8) Como é a assistência médica para idosos e pobres em seu país?

No que diz respeito aos idosos, o SUS oferece serviços de saúde específicos, como atendimento geriátrico, programas de prevenção de doenças e tratamentos especializados para condições comuns entre os idosos, como diabetes, hipertensão e doenças cardíacas. Além disso, os idosos têm prioridade no acesso a consultas, exames e procedimentos médicos. Para as pessoas de baixa renda, o SUS oferece atenção básica de saúde por meio das unidades básicas de saúde e equipes de saúde da família, que fornecem serviços como consultas médicas, vacinação, exames básicos, distribuição de medicamentos e orientação sobre saúde preventiva. Além disso, pessoas de baixa renda podem ter acesso a medicamentos gratuitos por meio do Programa Farmácia Popular.


(9) O que acontece com as pessoas em países pobres que não podem pagar pelos cuidados de saúde?

Creio que, em alguns lugares, existem ONGs para auxiliar estas pessoas, mas, infelizmente, muitas devem morrer, dependendo da gravidade da enfermidade.

  
(10) O sistema de saúde do seu país precisa de reforma?

Sim. Dentre os pontos de melhoria, podemos citar: desigualdade de acesso, financiamento insuficiente, qualidade dos serviços e redução da burocracia.


STUDENT B's QUESTIONS

(1) Os cuidados de saúde no seu país são justos para todos?

Infelizmente, não. Há áreas em que a qualidade dos serviços de saúde é melhor, especialmente em áreas urbanas e com maior poder aquisitivo. Por outro lado, regiões rurais e áreas de baixa renda podem enfrentar dificuldades maiores de acesso e qualidade dos serviços de saúde.


(2) Quais são as questões de saúde mais importantes em seu país?

O próprio acesso aos serviços de saúde, doenças crônicas, saúde mental, epidemias e saúde da mulher, para citar alguns exemplos.


(3) Quais são as questões de saúde mais importantes do mundo?

Fora as mencionadas anteriormente, podemos mencionar também pandemias, poluição e saúde ambiental, segurança alimentar e desnutrição.


(4) Quais você acha que serão os problemas de saúde do futuro?

Principalmente relacionados à saúde mental, como depressão e ansiedade.


(5) O que você sabe sobre a história da saúde em seu país?

Nunca estudei a fundo o assunto, conheço apenas alguns marcos isolados. Mesmo assim, não lembro em que período e ordem cronológica eles ocorreram.


(6) Quais são os problemas de saúde em seu país?

Já foram elencados em questões anteriores.


(7) O que você sabe sobre o custo dos cuidados de saúde em seu país?

Os custos são altos e o investimento, muitas vezes, não supre a demanda.


(8) Você acha que uma assistência médica universal chegará ao mundo?

Acho algo um tanto utópico, pois são muitas as diferenças geopolíticas e ideológicas.


(9) Qual é o tamanho do problema da saúde em suas eleições nacionais?

Muitas promessas que não são cumpridas, ou que são implementadas de maneira que deixa a desejar. Fora os escândalos de corrupção que ocorrem em alguns casos.


(10) Que perguntas você gostaria de fazer aos profissionais de saúde?

Basicamente: Quando e por que você decidiu que gostaria de seguir nesta carreira?

sábado, 8 de outubro de 2022

ESL DISCUSSIONS - BRASIL




STUDENT A's QUESTIONS

(1) O que você sabe sobre o Brasil?

Muitas coisas, nem convém discorrer aqui. Possivelmente, diversas delas já devem estar na página na Wikipédia.


(2) Quais são suas impressões sobre o Brasil?

Neste ano de eleição, estou bem frustrado com a população brasileira, mais especificamente, com o percentual de bolsonaristas. Não entendo como existem tantas pesssoas apoiando este boçal, que está afundando o Brasil em todos os sentidos.


(3) Qual a importância do Brasil em comparação com outras nações?

Devido às suas proporções continentais, o Brasil é muito rico em termos de recursos naturais e diversidade na fauna e na flora.


(4) Por qual motivo o Brasil é mais noticiado?

No momento, sobre as eleições que irão ocorrer agora no final do ano.


(5) Por que o Brasil é tão bom no futebol e no automobilismo?

Fora Ayrton Senna, não tenho contexto para opinar sobre o automobilismo, pois não acompanho muito. No caso do futebol, creio que seja porque é um esporte muito popular, então, desde a infância, crianças são treinadas a fim de alcançar um nível profissional.


(6) O Brasil é um país conveniente e seguro para se viver?

Infelizmente, não para todas as pessoas, pois diversos fatores influenciam isto, como cor da pele, religião, orientação sexual, poder aquisitivo, dentre outras coisas.


(7) Você gostaria de ir ao Carnaval do Rio?

Sim, pois acho um festejo bem interessante.


(8) O que você sabe da política brasileira?

Sei que vivemos tempos sombrios em 2022, ano de eleição. A disputa está acirrada em Lula e Maçonaro. É triste saber que, depois de uma gestão horrível e de todas as suas declarações, o boçal ainda consiga votos de mais de 40% do eleitorado, algo que desperta certo desgosto para com a sociedade.


(9) Quem é o brasileiro mais famoso?

Em termos de seguidores nas redes sociais, Neymar ganha disparado.


(10) Como você acha que os brasileiros descreveriam seu país?

Depende muito da pessoa que estaria respondendo. Atualmente, quem é de uma classe social menos favorecida, diria que está muito difícil sobreviver em termos financeiros.


STUDENT B's QUESTIONS

(1) O que o Brasil deu ao mundo?

Na Copa de 2002, um dos melhores futebóis. Fora isso, devido à sua riqueza, muitos outros insumos, que são exportados para outros países.


(2) Quais são as três primeiras coisas que vêm à mente quando você ouve o país Brasil?

Amazônia, viagem e futebol.


(3) Qual o papel do Brasil na América do Sul?

Em primeiro lugar, diria preservar a Amazônia, uma das maiores riquezas da humanidade.


(4) Como são as relações entre seu país e o Brasil?

No caso, já moro no Brasil.


(5) O Brasil deve ter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas?

Diria que não, pois, historicamente, não nos envolvemos muito profundamente em questões bélicas.


(6) Que problemas sociais o Brasil tem?

Pobreza (nos seus diversos sentidos), a qual foi potencializada na gestão desastrosa do Bozonaro.


(7) O que você gostaria de fazer no Brasil em um feriado de três semanas?

Viajar para conhecer mais praias.


(8) Por que a cirurgia estética é tão popular no Brasil?

Não tenho conhecimento sobre o assunto.


(9) Como você acha que é a vida no Brasil?

Nos últimos tempos, ando meio desgostoso, e admito que tenho pensado em morar em outro país.


(10) Qual é a sua imagem do brasileiro típico?

Uma pessoa fã fervorosa de futebol, mas creio que este tipo de pergunta serve para reforçar esteriótipos.

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

REVISTA ENTREVERBO #37

Tive meu poema HIPOCRISIA publicado Revista Entreverbo #37. Todas as edições estão disponíves para leitura gratuita no Issuu do coletivo.

REVISTA ENTREVERBO #33

Tive meu poema BOÇALNARO publicado Revista Entreverbo #33. Todas as edições estão disponíves para leitura gratuita no Issuu do coletivo.

domingo, 6 de junho de 2021

GENOCIDA

nunca me enganou.

tuas atitudes
só reforçam 
a tua incompetência.

você nega os fatos
e a ciência
nega tua permanência.

sábado, 13 de fevereiro de 2021

ESL DISCUSSIONS - GOVERNO




STUDENT A's QUESTIONS

(1) Que imagens vêm à mente quando você ouve a palavra "governo"?

Nenhuma imagem, apenas desgosto. De um tempo para cá, tenho ficado cada vez mais inconformado com o modelo representativo vigente. Apesar de não ter uma influência direta no contexto de mudança, estou estudando outras formas de democracia e organização social, como a democracia direta e o anarquismo.


(2) O que um governo realmente faz e o que deveria fazer?

O governo, como um todo, tem influência em diversos aspectos da sociedade, como economia, meio ambiente, educação, moradia, infraestrutura, dentre outros. Como representação social, deveria resolver as mazelas que assolam o seu povo, e também manter boas relações com outras nações, num contexto geopolítico.


(3) Você está satisfeito com o governo do seu país?

Definitivamente não. Boçalnaro é um incompetente, assim como muitos dos seus ministros.


(4) O que você acha dos governos na América e na China?

Plurais.


(5) Você gostaria de trabalhar para o governo?

Não. Mas gostaria que o povo pudesse ter uma influência mais significativa nas decições que afetam o coletivo.


(6) Você acha que existe um governo mundial que não é corrupto?

Não.


(7) Você preferiria trabalhar no governo local ou nacional?

Nenhum.


(8) Por que há tanta corrupção em muitos governos?

Ganância e outras mesquinharias.


(9) Should government leaders be paid more company CEOs?

What?


(10) Ronald Regan disse: “O governo não é a solução para o nosso problema. O governo é o problema.”. Você concorda com ele?

Em partes, pois o modelo representativo atual não me agrada. Mas isso não significa que eu adote uma postura liberal. Apesar de ainda não ter um conhecimento MUITO aprofundado (em termos de pesquisa e acadêmicos), simpatizo com ideias de correntes esquerdistas, como o socialismo e o anarquismo.


 
STUDENT B's QUESTIONS

(1) Que sucessos seu governo obteve?

Nenhum que eu me lembre no momento.


(2) Você segue os meandros do funcionamento do seu governo?

Sempre estou acompanhando as notícias em diversas fontes.


(3) Se você escrevesse uma carta ao seu governo, sobre o que escreveria?

Meu poema CQD.


(4) Você acha que deveria haver um governo mundial?

Não penso que esse tipo de hegemonia global iria funcionar.


(5) Você acha que um governo é essencial em uma democracia?

Era para ser, mas um governo que, de fato, se importasse com as diversas necessidades do seu povo, não que pensasse apenas no próprio umbigo, ou nas demandas de uma determinada bancada (evangélica, do agronegócio, da bala etc.).


(6) Quais são as alternativas aos governos?

Em termos de representatividade, me vêm à mente autogestão e democracia direta.


(7) Qual seria o seu primeiro passo se você fosse o chefe do governo?

Inicialmente, planos para erradicação da pobreza e melhores condições educacionais para todas as pessoas.


(8) O que você gostaria de mudar em seu governo?

O próprio.


(9) Você acha que um governo pode fazer todos felizes?

Não. Mas pode pelo menos tentar ajudar quem realmente precisa, ao invés de se render a interesses mercadológicos para fazer os ricos cada vez mais ricos, e deixar os pobres à mercê da burguesia.


(10) O que você acha desta frase do filme de 2006 ‘V de Vingança’? “As pessoas não devem ter medo de seu governo. Os governos devem ter medo de seu povo.”

Uma frase forte e revolucionária. Na minha opinião, deveria haver o máximo de consenso entre as ações de um governo e o desejo da população. Mas, se algo foge muito desse sentido, acho que a revolta popular pode ser um caminho para a conquista de melhores condições de vida para todos.

sábado, 30 de janeiro de 2021

domingo, 10 de maio de 2020

CQD

chegou iludindo
com algumas conjecturas,

prometendo resolver
os problemas.

mas a sua incompetência
sempre foi um teorema.

estamos todos agora
vivendo um absurdo.

como queríamos demonstrar,
bolsonaro é um imundo.

sábado, 9 de maio de 2020

ABJETOS

a ignorância instanciou o ódio
na forma de um governo
orientado a abjetos.

agora compartilham
a interface da intolerância
semelhantes objetos.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

ZINE PROTESTIZANDO #30

Depois de um bom tempo sem publicar o (fan)zine PROTESTIZANDO, estou de volta com a trigésima edição, que conta com alguns poemas sobre temas existenciais e sociais.


domingo, 3 de fevereiro de 2019

BRUMADINHO

máscara de lama
sobre brumadinho.

obra da vale,
esteticista.

face da morte
que ceifa vidas:

mariana
rejuvenescida.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

THE GREAT IDEAS OF PHILOSOPHY

Humanity left childhood and entered the troubled but productive world when it started to criticize its own certainties and weigh the worthiness of its most secure beliefs. Thus began that "Long Debate" on the nature of truth, the scale of real values, the life one should aspire to live, the character of justice, the sources of law, the terms of civic and political life—the good, the better, the best.


The debate continues, and one remains aloof to it at a very heavy price, for "the unexamined life is not worth living."

This course of 60 lectures gives the student a sure guide and interpreter as the major themes within the Long Debate are presented and considered. The persistent themes are understood as problems:

- The problem of knowledge, arising from concerns as to how or whether we come to know anything, and are justified in our belief that this knowledge is valid and sound
- The problem of conduct, arising from the recognition that our actions, too, require some sort of justification in light of our moral and ethical sensibilities—or lack of them
- The problem of governance, which includes an understanding of sources of law and its binding nature.

The great speculators of history have exhausted themselves on these problems and have bequeathed to us a storehouse of insights, some so utterly persuasive as to have shaped thought itself. In these coherent and beautifully articulated lectures you will hear Plato and Aristotle, the Stoics and Epicureans, the Scholastic philosophers and the leaders of Renaissance thought.

In addition, you will learn about the architects of the Age of Newton and the Enlightenment that followed in its wake—all this, as well as Romanticism and Continental thought, Nietzsche and Darwin, Freud and William James. This course is a veritable banquet of enriching reflection on mental life and the acts of humanity that proceed from it: the plans and purposes, the values and beliefs, the possibilities and vulnerabilities.

Some of What You Will Learn

In these lectures you will:

Explore three basic philosophical questions: What can I know? How should I behave? Is this tribe or polis able to preserve our knowledge, protect our interests, lead us to a more meaningful life?
Understand why we should aspire to moral excellence through habitual striving and a devotion to self-perfection, and how we might attain a flourishing form of life.
Explore the four assessments of what constitutes the good life. These have come and gone over the course of time in many forms.

The titles of the lectures in this course reveal its scope. In every lecture, there is substance that can change your view of the world and its history.

You will see the creation of rational thought. Dr. Daniel N. Robinson addresses in one lecture why such a rich tapestry of thought would begin in ancient Greece and why, weaved together during the lives of three specific men, it would never be equaled.

Most famous was Socrates, the pagan philosopher whom St. Augustine would revere because he was willing to die for truth. Socrates's student, Plato, wrote so powerfully on almost every issue in philosophy that Alfred North Whitehead later commented that all of Western philosophy was a footnote to Plato. (But British philosopher and mathematician Bertrand Russell described Plato as a "garden-variety" Fascist.)

How We Live Determines Character

Aristotle, Plato's student, had possibly the most fruitful mind in human history. He laid the foundations for virtually every science, and his treatises on friendship and the good life have never been surpassed. As Dr. Robinson concludes: "Aristotle makes quite clear that our character is shaped by our works. That is, we make ourselves into the sorts of beings we are in virtue of the manner in which we conduct our lives."

After Greece, the lectures explore the beginnings of Christian philosophy in the work of the Roman Stoics, the exceptional debt of civilization to Roman law and to Islamic scholars who preserved and extended Greek thought while Europe became a backwater in the Dark Ages.

Early in the 17th century, Francis Bacon defends the scientific mode of knowledge. Experience and not speculation is the central source of learning. He observed that "words are but the pictures of matter," and that to fall in love with words was as mistaken as to "fall in love with a picture."

Bacon's program to rely on experience was not embraced by the genius René Descartes, inventor of analytic geometry, whose division of the mind and the body has been a rupture in Western philosophy ever since. Professor Robinson describes one reply to Descartes' proof of his own existence:

"The Scottish 'commonsense' philosopher Thomas Reid is kidding around a bit when he gets to Descartes' famous 'Cogito, ergo sum.' Descartes would not accept his own existence until he could come up with a very good rational argument that culminates in a conclusion that he exists. Reid says a man who disbelieves his own existence is no more fit to be reasoned with than one who thinks he's made of glass."

Ideas Engender Democracy

The course carefully examines the ideas of Hobbes, Locke, Rousseau, and Reid, and the impact of those ideas on governments—particularly on the new democracy in America.

The Enlightenment program of scientific knowledge undermined the possibility of human freedom because a world completely determined by material causes made freedom an illusion. The course examines the ongoing debate, exemplified by the conflict between Hume and Kant, over whether there can be any truly moral acts taken in a causally determined world.

And the course shows how this debate is amplified in the German Romantic thought of Goethe and Schiller, in which freedom becomes the defining feature of human being. In Nietzsche, the lectures show how the argument for freedom takes on a full, dark, and possibly more honest aspect.

The course also examines the collision between the inherently social understanding of meaning created by Wittgenstein and the vastly different estimation of human thought created by the code-breaking genius Alan Turing—and the subtle reply to him from American philosopher John Searle.

Further lectures, unique to the second edition of this course, examine the concept of reality itself:

- Do ideas of natural law and moral reality exist in the larger universe, independent of us or our sentiments?
- How should moral problems affect medical and ethical decisions?
- Is war ever justified?

You will see how natural law theory has evolved through the Enlightenment and the writings of Jeremy Bentham and John Austin, among others. Theories of a "just" war, beginning with St. Augustine and including St. Thomas Aquinas and Francisco Suarez, set forth the principles by which engaging in and conducting war are justified.

Finally, after exploring the concepts of aesthetics and beauty, we take a concluding look at history's greatest theological debates about the existence of God.

A Great Teacher

This course is the integration of a lifelong student of these issues who has thought and published in every area covered by these lectures. Professor Robinson is one of those rare teachers whose tremendous respect for his audience, vast expertise, relish for language, and engaging rhetorical flair create an exceptionally enjoyable learning environment.

Dr. Robinson's lectures make the ideas of philosophy thrilling, passionate, human, and divine. Customers agree: "Professor Robinson explains multiple disciplines like no one since Aristotle. His scope is awesome. A professor's professor." Another writes: "Enjoying these tapes is one of the most rewarding experiences of my life at this time."