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sábado, 23 de maio de 2020

CINEMA

Cinema (do em grego: κίνημα, kinema "movimentos" e γράφειν, graphein "registrar"), também chamada sétima arte, ou, em certos contextos cinematografia, pode ser definida como a técnica e a arte de fixar e de reproduzir imagens que suscitam impressão de movimento, assim como a indústria que produz estas imagens. As obras cinematográficas (mais conhecidas como filmes) são produzidas através da gravação de imagens do mundo com câmeras (câmaras) adequadas, ou pela sua criação utilizando técnicas de animação ou efeitos visuais específicos. Mais especificamente, pode ser descrita como o "conjunto de princípios, processos e técnicas utilizados para captar e projetar numa tela imagens estáticas sequenciais (fotogramas) obtidas com uma câmera especial, dando impressão ao espectador de estarem em movimento". O diretor de arte pode ser descrito como o principal colaborador visual de um diretor de cinema. Também se usa a palavra 'cinegrafia', estando dicionarizada.

Sequência de um cavalo a galopar feita por Eadweard Muybridge.

Os filmes são assim constituídos por uma série de imagens impressas em determinado suporte, alinhadas em sequência, chamadas fotogramas. Quando essas imagens são projetadas de forma rápida e sucessiva, o espectador tem a ilusão de observar movimento. A cintilação entre os fotogramas não é percebida devido a um efeito conhecido como persistência da visão: o olho humano retém uma imagem durante uma fração de segundo após a sua fonte ter saído do campo da visão. O espectador tem assim a ilusão de movimento, devido a um efeito psicológico chamado movimento beta.

O cinema é um artefato cultural criado por determinadas culturas que nele se refletem e que, por sua vez, as afetam. É uma arte poderosa, é fonte de entretenimento popular e, destinando-se a educar ou doutrinar, pode tornar-se um método eficaz de influenciar os cidadãos. É a imagem animada que confere aos filmes o seu poder de comunicação universal. Dada a grande diversidade de línguas existentes, é pela dublagem (dobragem) ou pelas legendas, que traduzem o diálogo noutras línguas, que os filmes se tornaram mundialmente populares.

* * *

Abaixo, alguns vídeos (nostálgicos) em relação à história do cinema:

A ÚLTIMA CEIA - SALVADOR DALI

Como outros quadros religiosos de Salvador Dalí, A Última Ceia provoca amplas reações: alguns críticos, a denunciaram como fútil e banal, enquanto outros acreditam que o artista conseguiu revitalizar a imagem tradicional da devoção.

As controvérsias se complicam pela consciência pública de Dalí como uma personalidade aparentemente mais interessada em jogos intelectuais e emocionais do que na expressão de convicções autênticas.

Jesus e seus doze apóstolos estão reunidos numa sala modernista envidraçada. Os apóstolos, com as cabeças baixas, ajoelham em torno de uma grande mesa de pedra, sua forma sólida contrastando com a transparência de Cristo. Dois pedaços de pão e meio copo de vinho representam a refeição sacramental.

Dalí construiu este quadro de acordo com os princípios matemáticos derivados do seu estudo do Renascimento, e Leonardo da Vinci, que pintou a mais famosa das Santas Ceias, é uma influência particularmente forte. Com um gesto bem parecido com o afresco de Leonardo da Vinci, Jesus aponta para o céu e para a figura, talvez o Espírito Santo, cujos braços se estendem para abraçar o grupo.

Como na apresentação harmoniosa dos esquemas do Renascimento, a composição de Dalí está claramente dividida: ação de primeiro plano e cenário de fundo. A colocação de homens ao redor da mesa é simétrica, a mesma figura repetida em perfeita imagem de espelho em ambos os lados de Cristo. Além disso, toda a imagem é construída de acordo com índices matemáticos complexos inventados por cientistas do Renascimento e por filósofos gregos antigos como Pitágoras.

Dalí explicou a dependência deste elaborado padrão geométrico logo após completar nove meses de trabalho na pintura: “Queria materializar o máximo de instantâneo luminoso e pitagórico baseado na comunhão celestial do número doze: doze horas do dia – doze meses do ano – doze pentágonos do dodecaedro – doze signos do zodíaco ao redor do sol – doze apóstolos em torno de Cristo”.


Fica Técnica:

A Última Ceia, 1955, Salvador Dali, óleo sobre tela, 166.7 x 267 cm, Galeria Nacional de Artes de Washington, Estados Unidos.

sábado, 30 de dezembro de 2017

THE HAWKING PARADOX - BBC HORIZON

Series exploring topical scientific issues examines Professor Stephen Hawking's most controversial theory and possibly his greatest mistake. 

For thirty years the most famous scientist in the world defended an extraordinary idea, an idea some claimed would undermine the whole of science. It was called the information paradox and it led one opponent to dub Hawking 'the most stubborn man in the universe'. But finally Hawking had to admit that he'd been wrong all along. Now, as he nears the end of his extraordinary career, Hawking's scientific legacy is being called into question like never before.

For a year Horizon filmed behind the scenes with Hawking as he struggled to finish what many thought was going to be his last scientific paper. If he succeeded he would potentially end his career on a high, confirming his status as one of the great figures in physics. But the odds were against him, as his physical health continued to decline.

This is an extraordinary story of one man's defiance of disability and his peers. It is a story that ranges from the beginning of the universe, which Hawking explored, to the intensive care unit of Addenbrookes, where he was taken and was critically ill for three months. On his hospital bed he had an insight which he hoped would form the basis of his latest comeback.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

THE WORLD OF M. C. ESCHER

Seguindo com os meus estudos sobre Escher, selecionei as minhas obras favoritas do livro "The World of M. C. Escher".




































quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

M.C. ESCHER’S LEGACY - A CENTENNIAL CELEBRATION

Nas minhas pesquisas sobre paradoxos, acabei encontrando um material sobre M.C. Escher (Maurits Cornelis Escher) - que eu já conhecia. No entanto, decidi fazer uma pesquisa mais aprofundada acerca da sua obra, procurando por livros, artigos e afins, de pessoas que estudaram a sua mindfucking art.

Do livro M.C. Escher’s Legacy - A Centennial Celebration, fiz uma seleção das minhas obras favoritas, que não se limitam apenas às que dão um bug no cérebro, mas vão até representações paisagísticas.

Os capítulos finais me fizeram lembrar do artigo "The (Math) Problem With Pentagons", visto que em algumas das obras, ele explora as características geométricas de alguns polígonos.

(Obs.: Além do Escher, no livro ainda existem trabalhos de muitos outros artistas visuais que se inspiraram nele.)