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domingo, 8 de maio de 2022

ESL DISCUSSIONS - PINTURA




STUDENT A's QUESTIONS

(1) O que vem à mente quando você ouve a palavra “pintura”?

Tinta, pincel, museu, exposição, arte...


(2) Você gosta ou já gostou de pintar?

Gosto de pintar, mas ainda não consegui encaixar esta prática na minha rotina.


(3) Você é bom em pintura?

Não. Sou bem amador ainda.


(4) Você acha que os artistas modernos são bons em pintura?

Penso que a qualidade de uma obra é baseada na subjetividade de cada pessoa. Particularmente, sou um grande apreciador de graffiti, mas não é um estilo que agrada à todas as pessoas.


(5) Que estilo ou período de pintura/arte você gosta?

Gosto bastante do período Renascentista. Inclusive, já fiz uma vasta pesquisa sobre Leonardo Da Vinci, uma das referências da época.


(6) O que você acha de pessoas que são muito boas em pintar?

Fico inspirado em aprender a pintar também.


(7) Você acha que a pintura é uma disciplina importante na escola?

Sim. Admito que, na época que cursava o ensino fundamental e médio, não dei o devido valor.


(8) Você prefere artistas do seu país ou de outros?

Meu gosto artístico é bem abrangente, ou seja, não é limitado por fronteiras geográficas (nem temporais).


(9) O que você acha de artistas de outros continentes?

Alguns são bem interessantes. Posso citar como exemplo o Banksy, que é do Reino Unido, mas já fez intervenções artísticas em diversos lugares do mundo.


(10) Você prefere óleos, aquarelas, esboços ou outro meio?

Atualmente, no contexto de criação, tenho mais interesse por aquarelas e esboços (sfumato com grafite). Já no contexto da apreciação, gosto de pinturas a óleo e graffiti.


STUDENT B's QUESTIONS

(1) O que as pinturas significam para você?

Depende muito do estilo. O graffiti, por exemplo, é uma espécie de forma de protesto.


(2) Que tipos de pinturas você tem em sua casa?

No momento, nenhuma.


(3) Por que a pintura e a arte são tão importantes para nós?

Porque elas são fundamentais para a construção de um legado histórico da humanidade.


(4) Você gosta de ver as crianças pintarem?

É divertido, até mesmo porque elas não criam imaginando o que as outras pessoas irão dizer, deixam a criatividade correr solta.


(5) Você gostaria de trabalhar com cangurus - estudando-os, fotografando-os, ajudando a protegê-los etc.?

Achei fora do contexto essa pergunta. Devem ter colocado errado neste tópico.


(6) Você já se comoveu emocionalmente por causa de uma pintura?

Algumas pinturas do Banksy (e de outros artistas) inspiram resistência social.


(7) O que você acha que artistas de séculos atrás pensariam dos artistas de hoje?

Que eles são subversivos, talvez. Principalmente se forem artistas de rua.


(8) Qual pintura que você fez é a sua favorita?

Nenhuma relevante.


(9) Você consideraria investir dinheiro em uma pintura? Você acha que a arte é um bom investimento?

Eu não investiria, pois prefiro livros. Contudo, para ornamentar a casa seria uma boa opção.


(10) O que as pessoas pensam quando olham para pinturas em galerias?

Difícil saber, pois depende de diversos fatores, como subjetividade, background educacional, cultural, dentre outros.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

TOUR @ CRATEÚS - 09/03/17

Meu Google Maps já está cheio de favoritos. Hoje fiz uma tour para conhecer alguns lugares que serão referência para mim nesta nova fase. Teatro, praça (com obelisco projetado por Oscar Niemeyer, perfeita para correr de manhã), mercadinhos, lojas e tudo mais. Destaque para a Academia de Letras de Cratheús, onde conheci dois poetas (que também já publicaram livros). Levantei a ideia de articularmos um sarau. Todos ficamos empolgados.

Aeroporto de Guarulhos - Saindo de SP







quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

EVENTO: CAFÉ FILOSÓFICO @ CCG - 04/02/17

O Café Filosófico do CAPS está de volta!
Esperamos você lá para bater um papo sobre o tema mais discutido nas últimas semanas: pixação.
Convidado: Bereta Tripa
Mediadores: Fábio Lucas e Lorena Hollander


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

GRAJAÚ EM FOCO

Para quem ainda não teve a oportunidade de assistir, nós, do coletivo Sarau do Grajaú, publicamos o documentário Grajaú em Foco, que produzimos recentemente, para visualização na íntegra.

"O documentário faz um sensível recorte da chamada cena poética na periferia. Produzido pelo coletivo Sarau do Grajaú, com apoio do VAI, apresenta coletivos e artistas do bairro falando de suas produções, dores, sonhos e inquietações. Onde houver espaço, onde formos convidados estaremos lá compartilhando com muita alegria."

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

ARTE COLETIVA OU FORMAÇÃO DE QUADRILHA? POR QUE PICHADORES DE BH TÊM DE USAR TORNOZELEIRAS ELETRÔNICAS

Leandro Aguiar 
De Belo Horizonte para a BBC Brasil
18 novembro 2016

Grupo de pichadores de Belo Horizonte que é alvo de ações na Justiça; ofensiva judicial abriu debate sobre cultura de rua e vandalismo

Seis da manhã de uma quarta-feira. Um caminhoneiro de 37 anos dorme em sua casa em Betim (Grande Belo Horizonte) quando policiais militares pulam o muro, arrombam a porta e o levam preso.

A 40 km dali, na zona leste da capital mineira, na mesma hora, um repositor de supermercado de 21 anos acorda com PMs ao pé da cama, na casa dos avós. Logo está no camburão rumo à cadeia.

No centro de BH, um operador de telemarketing de 33 anos é chamado à sala do chefe. Pensa logo que virá uma bronca, mas são policiais. Sai algemado para ser apresentado à imprensa.

Era 27 de maio de 2015, dia que marcou o início de uma polêmica guerra judicial contra a pichação na capital mineira. No centro da controvérsia, inscrições em monumentos históricos da cidade, aparelhos que restringem a liberdade e uma questão: pichação é cultura legítima de rua ou puro vandalismo?

Para o Ministério Público, todos os detidos formam, com outras 16 pessoas, uma quadrilha de pichadores responsável por prejuízos milionários, conectada com o tráfico de drogas e a "banda podre" de torcidas organizadas.

Quem se opõe à operação vê réus primários acusados de formar quadrilha apenas por serem amigos, punições desproporcionais e desrespeito a uma expressão cultural e política de nosso tempo.

O fato é que desde então um pichador já foi condenado a oito anos de prisão, dois esperam julgamento na cadeia e 16 são monitorados com tornozeleiras eletrônicas - não podem sair de casa entre 23h e 6h.

Tornozeleira no pichador Snil, de 21 anos: problemas no trabalho e 'déficit' na vida social


Acusação

"Picho não é manifestação cultural e nem crime de menor potencial ofensivo", diz o promotor Marcos Paulo Miranda, que encabeça a ofensiva contra a pichação no Ministério Público mineiro.

O alvo principal são os "Pixadores de Elite" (com X na grafia original), grupo mais conhecido de BH quando o assunto é tinta e spray.

O grupo foi criado em 1992 para "bater de frente" com o sistema: reunir os melhores pichadores da cidade para peripécias pelas principais avenidas e prédios públicos "em estado de abandono".

Hoje, reúne 15 pessoas, todas com pichações em locais altos ou de grande movimento na bagagem. Marcas em patrimônio público - unidades do Exército e do Tribunal de Justiça foram alvos recentes - e frases de protesto também somam ao "currículo".

Da esq. para dir., 'Asco', 'Snil', 'Napo', 'Yes', 'Boni', 'Sabre' e pichador não identificado: com tornozeleiras, integrantes dos "Pixadores de Elite", alvo de operação em BH

Para o promotor Miranda, trata-se de uma quadrilha que busca "autopromoção, práticas criminosas e enfrentamento às instituições" - e que onera os cofres públicos em R$ 2 milhões/ano em ações de recuperação e limpeza.

A estratégia da Promotoria é ampliar o leque de acusações aos pichadores. Para além do crime de pichação (três meses a um ano de prisão), as denúncias incluem formação de quadrilha, dano material, apologia e incitação ao crime - e as possíveis condenações podem facilmente superar cinco anos de cadeia.

O atual cerco ao picho em BH começou em outubro de 2014, quando paredes de vidro da Biblioteca Municipal amanheceram com as marcas de dois membros dos "Pixadores de Elite" - GG e Morrou* - e a frase "Qual será o futuro do Brasil?" - juntas, as inscrições ocupavam cerca de 5m².

Também não escaparam as estátuas de bronze dos escritores Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende e Hélio Pellegrino, que ficaram com as iniciais, em tinta branca, do grupo de pichadores.

A ofensiva ganhou força em março deste ano, quando um dos principais símbolos da cidade - a igrejinha da Pampulha, projetada por Oscar Niemeyer e com painéis de Candido Portinari - amanheceu pichada.

Pichação de igrejinha da Pampulha, símbolo da capital mineira, promovou "comoção" no Ministério Público e reforçou ofensiva contra pichadores

Na construção, que integra o conjunto arquitetônico que neste ano recebeu o título de patrimônio cultural da humanidade, letras grandes, retas e pontiagudas formavam, em 7m², a assinatura de Marú, um conhecido pichador da cidade.

"Aquilo foi uma afronta, e o clima no Ministério Público do dia seguinte foi de comoção", afirma o promotor Miranda. Menos de três meses depois, duas pessoas estavam presas por suspeita de participação na pichação - entre elas o comerciante e pichador conhecido como Goma, dono da principal loja de produtos para grafite na cidade.


Defesa

"Em Vitória, São Paulo ou Rio de Janeiro, jogar tinta em um muro sem autorização do dono dá multa e medida socioeducativa. Só em BH dá cadeia", diz o caminhoneiro Morrou, veterano do "grupo de elite" da pichação na cidade e que assumiu as inscrições na biblioteca.

Desde a visita matinal da PM em 2015, Morrou já foi preso por duas vezes. Descumpriu ordens judiciais, rompeu a tornozeleira eletrônica (diz ter feito isso porque não estava conseguindo trabalhar como caminhoneiro), passou sete meses foragido.

Detido ao lado de GG pelos danos à biblioteca, ele foi condenado a dois anos e sete meses de prisão, e ao pagamento de R$ 20 mil pelos danos. O colega de spray levou oito anos de prisão e R$ 25 mil de multa.

Hoje, com o aparelho novamente no tornozelo (conseguiu o benefício por ser réu primário), ele diz que começou a pichar aos 15 anos e que nem a cadeia o afastará das tintas.

Pichação datada de 2016 no centro de Belo Horizonte: estética urbana ou poluição visual?

Afirma que a família defende sua opção, mesmo sofrendo o impacto financeiro e emocional da prisão do pai - a filha de 17 anos teve que ir para uma escola pública, por exemplo.

"A pichação é legítima porque é uma forma de protesto", afirma ele, que se diz contra o picho em imóveis particulares.

Para o advogado Felipe Soares, que defende integrantes dos "Pixadores de Elite", a denúncia da Promotoria é "confusa e frágil".

"O que embasou as acusações por associação criminosa foi a amizade que, de fato, existe entre eles. Formação de quadrilha e apologia ao crime são formas artificiais que o Ministério Público encontrou para prender pichador".

Como o crime de pichação previsto na lei de crimes ambientais prevê pena máxima de 1 ano apenas, ela acaba sendo, muitas vezes, convertida em medidas alternativas.


Pichador com BMW

Entre os "pichadores de elite" da capital mineira há quem fuja do estereótipo de jovem de baixa renda. Casaco, 33 anos, cursa pós-graduação (prefere não revelar a área) e circula em uma BMW 325, cujo modelo 0 km custa cerca de R$ 150 mil.

Ele diz que começou a pichar aos 13 anos como uma forma de "fuga", e que estava afastado desse mundo desde 2002 para se dedicar aos estudos, mas retomou os contatos pouco antes da ação na biblioteca.

O motoboy 'Sabre', de 35 anos, começou a pichar aos 12 anos, quando participava de torcida organizada do Atlético-MG; 'Se o cara gosta do Cruzeiro ou do Atlético, qual o problema? Qualquer pessoa que já botou o pé no Mineirão tem relação, ainda que mínima, com as organizadas', afirma

"O que mais vemos na política é criminoso rico e que fez faculdade. Eu não sou bandido e trabalhei para comprar meu carro", afirma ele, que diz vir de uma família de baixa renda.

Alvo da ação de maio de 2015, Casaco passou cinco dias preso - teve a cabeça raspada e perdeu o emprego. Vive numa cidade do interior de Minas em que não há sistema de tornozeleiras, mas precisa ir ao fórum toda semana demonstrar que não está foragido.

Para ele, que não faz distinção entre parede pública ou privada - o critério é a visibilidade -, a pichação é mais diversão do que protesto.

Após passar nove meses desempregado, ele hoje procura ser discreto enquanto tenta resolver suas pendências com a Justiça. "Mas é pichação é um vício, é difícil parar de tudo", reconhece.


Constrangimento

Snil, 21 anos, o repositor citado no começo da reportagem, perdeu o emprego um dia após explicar ao chefe as restrições que envolvem o uso da tornozeleira eletrônica - como recarregá-la por 90 minutos duas vezes ao dia e ligar para assistência técnica caso o alarme toque sem querer.

Com vida social em baixa - está proibido de frequentar festas ou encontros fora de casa -, ele conseguiu novo emprego como office-boy e diz atuar agora somente no "grapixo". A técnica combina pichação e grafite, com spray colorido e letras mais encorpadas e arrendondadas, e gera menos problemas com a Justiça.

Em caderno, pichador reproduz assinatura, ou 'presa', no jargão dos pichadores

O jovem já perdeu o constrangimento com o aparelho na perna e circula de bermuda sem se preocupar com olhares desconfiados. Nem o banho tem sido problema. "Pelo menos a tornozeleira é a prova d'água", brinca.

Ele diz ter começado a pichar "pela vontade de criar algo original, pela adrenalina e para divulgar o meu nome". "Espalhar o nome é uma forma de mostrar que, por mais que o sistema reprima, eles não conseguem controlar tudo", afirma.

Questionado sobre o trabalho duro de quem eventualmente tenha que limpar as pichações, ele diz que "pode até ser trabalhoso, mas não justifica essa perseguição toda". "Se me condenassem a limpar o que eu fiz, seria mais justo."

Dono de uma loja de colchões no centro da capital mineira, Marcos Inneco diz ter perdido a conta das pichações em seu comércio. Defende punições à prática, mas defende foco em reeducação.

"Prisão é uma medida pesada, porque sabemos o estado lastimável das prisões no Brasil. E os pichadores não são violentos, não oferecem perigo à sociedade", afirma ele, que é vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte.

Entre os 22 acusados na atual ofensiva (19 na operação na operação de 2015 e três pela ação na Pampulha), classificada pelos advogados de defesa como "Lava Jato do picho", 12 não tinham antecedentes criminais e oito somavam passagens pela polícia por pichação ou consumo de drogas. Um já havia cumprido pena por tráfico de drogas e outro irá a júri por tentativa de homicídio em uma briga de rua.

Pichadores mostram a assinatura de colegas presos, como 'Marú', 'Goma' e 'GG', e a inscrição 'sempre presentes'

O pintor Ivan de Lima, 51 anos, ganha a vida limpando muros pichados no centro de BH. Diz considerar "absurda" a ação na igreja da Pampulha ("esse negócio de pichação ser protesto é conversa fiada", diz) e defende a prisão dos responsáveis.

"É muito difícil pintar uma parede pichada. Tem que lixar, passar removedor até três vezes e depois colocar tinta. Além de prender, tinha que pegar todo o material do pichador e obrigá-lo a limpar as paredes", afirma.


Protesto

Em maio, cerca de 50 pessoas ocuparam uma praça no centro de BH em protesto contra as prisões dos pichadores. Nos cartazes que empunhavam, frases como "Prender pichador é fácil, quero ver é prender o dono da Samarco (mineradora envolvida no acidente ambiental em Mariana", "Somos todos Goma (dono de loja de grafite preso)" e "Se pichador pichasse só na favela, nunca acabaria numa cela".

O promotor Marcos Paulo Miranda ironizou o ato e disse ser "uma prova de que o crime é mesmo organizado". Afirma que a atual ofensiva não irá terminar e que investigações continuam.

Para a psicanalista Ludmilla Zago, que pesquisa cultura de rua na Faculdade de Direito da UFMG, o que ocorre com os pichadores em BH "não é proporcional aos danos causados".

"A questão não é mudar a lei e tornar picho uma arte muralista. A questão é: por que um grupo decide qual deve ser a estética da cidade e coloca o pichador como um bandido que oferece alto risco para a sociedade?", questiona.

A pesquisadora defende o valor estético das pichações. "O pichador se empenha na construção tipográfica de sua assinatura. Embora seja vista por alguns como precária esteticamente, há um trabalho por trás do picho - uma raiz na cultura de rua, uma forma de manejar o spray, uma referência ao local periférico do pichador."

Para pesquisadora Ludmilla Zago, pichadores estão à mercê de 'interpretação' e 'capricho pessoal' de promotor

Enquanto os processos correm, Napo, o operador de telemarketing do começo da reportagem, diz que está sem emprego fixo há mais um ano. Evita expor a tornozeleira por medo de ser abordado por policiais, mas diz: "Agora não estou pichando, mas se não larguei o picho depois de tudo isso, não largo mais."

Segundo ele, que diz espalhar seu nome "pela aventura, sentimento de revolta e vontade de ser reconhecido por outros pichadores", a prática também "tem muito de vício, uma vontade inconsciente que não dá pra explicar".

Para Yes, 33 anos, outro "pichador de elite", a algema eletrônica no tornozelo veio a calhar. "Eu só dormia fora de casa, agora tenho hábitos mais saudáveis", brinca. Como a maioria dos colegas, ele diz que largou as pichações, mas apenas por um tempo. "Tão logo esses problemas se resolvam, voltaremos a jogar nossas frustrações nas paredes".

* Os pichadores falaram com a reportagem sob a condição de serem identificados apenas pelos apelidos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

15 FOTOS ANTES & DEPOIS QUE MOSTRAM COMO A ARTE URBANA PODE TRANSFORMAR CIDADES

Para os artistas de rua, o mundo é como uma tela em branco.

Paredes chatas ou espaços negligenciados podem ser transformados em uma galeria de arte pública vibrante, dando uma nova vida às cidades.

Confira alguns murais que imprimiram mais cor e alegria por todo o mundo:


1. “Conhecimento Fala – Sabedoria Escuta”, Atenas, Grécia



2. “Juliette et les Esprits”, Montpellier, França



3. Mural 3D em Poznan, Polônia



4. “Renaissance”, Le Puy en Velay, França



5. Mural de estorninho em Berlim, Alemanha



6. “Au Fil De Loire”, Brives Charensac, França



7. Mural fotorrealístico em Glasgow, Escócia



8. Cidade inteira é pintada com grafite, Palmitas, México



9. Topart, Budapeste, Hungria



10. Full Moon Hostel, Bristol, Reino Unido



11. “Etnias”, maior mural de rua do mundo feito para os Jogos Olímpicos, Rio de Janeiro, Brasil



12. Mural de cachorro em Mechelen, Bélgica



13. Degraus coloridos em San Francisco, Califórnia, EUA



14. Mural de guaxinim em Lisboa, Portugal



15. “Brick Kidz”, Montreal, Canadá


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

COM VIVÊNCIAS MARGINAIS

Às margens da represa Billings e de sua ocupação está o berço Imargem. Amantes das Artes, da Natureza e das Relações Humanas, decidimos ampliar nossa rede de afetos, vontades e atividades. Por isso, a necessidade de criar e proporcionar novos espaços para fazer, pensar e viver do jeito que nos parece mais potente, juntos!

Nossos manifestos são Manifestões, celebração de nossas inquietações, palco para a expressão de nossa etnobiodiversidade e de nossas criações. Não satisfeitos, colocamos a mão na massa com a Horta Coletiva, os Mutirões Culturais e os Cines Ladeira. Tudo isso muito bem amparado por um processo parte pedagógico e parte amador, parte engajado e parte aberto ao acaso, repleto de dúvidas e desafios compartilhados.

Traçamos e alcançamos destinos nos itinerários que ganharam força durante a caminhada; deixamos nossas marcas em Murais Graffiti, Murais Mapas e Lixeiras Obras; procuramos novos caminhos com o Flutuante Marginal, com as Trilhas Urbanas e as Trilhas Verdes; articulamos Rodas de Conversa e Círculo de História; dialogamos com a cidade através do Ambulante Marginal e dos Cortejos.

Enlaçamos fatos e lembranças no Mural Memória, para que cada habitante ali se sinta parte da História, representando num traço, numa palavra ou em outras pegadas, outros vestígios, rastros invisíveis ainda mais fortes e duradouros, laços de amizade, cooperação e respeito, sementes de sonhos possíveis.

Trazemos um mapa desse percurso com pistas do porvir e um convite: Chega junto e se descubra um Agente Marginal*!

* nome do coletivo do projeto, são aqueles que agem a partir da margem das cidades.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

I MOSTRA CULTURAL @ E.E. PROF° ADRIÃO BERNARDES - 22/10/16

Como representante do coletivo Sarau do Grajaú, além de prestigiar as atividades da programação da I Mostra Cultural na E.E. Prof° Adrião Bernardes, também apresentei o documentário Grajaú em Foco para a comunidade presente.